Nova Petrópolis: Memórias em Cena
- Jussara Prates

- há 3 dias
- 2 min de leitura

Ano: 2025
Um projeto feito de história, afeto e futuro.
Em 2025, Nova Petrópolis celebra 70 anos de autonomia política. E para homenagear essa cidade que acolhe, encanta e inspira, nasce o projeto Nova Petrópolis: Memórias em Cena — um convite a mergulhar nas memórias que construíram quem somos e nas narrativas que projetam quem ainda podemos ser.
Mais do que um livro, esse projeto é um gesto coletivo de amor pela cidade. Envolveu educadores, artistas, escritores, pesquisadores, fotógrafos, lideranças e gente da comunidade que, com talento e dedicação, colocaram Nova Petrópolis no centro do olhar.
O livro foi o fio condutor — mas não caminhou sozinho.
Tivemos a Oficina de Educação para o Patrimônio, que conectou professores e comunidade ao legado cultural local. Tivemos a exposição Recantos de Nova Petrópolis, com obras vibrantes de artistas visuais que traduziram em cor o carinho por essa terra. Tivemos também encontros inesquecíveis na Feira do Livro — onde cada conversa se transformava em semente para novos capítulos.
E não parou por aí.
O endo escrita por muitas mãos, com emoção, pertencimento e esperança.projeto abraçou o sesquicentenário da imigração boêmia e os 30 anos do Museu de Família Alberto Hillebrand, celebrando essas memórias vivas com uma exposição museal que nos lembra: a história não é coisa do passado — ela está viva, presente, e pede passagem para o futuro.
As fotos foram feitas em lugares que falam. O Parque Aldeia do Imigrante, que também faz aniversário neste ano especial, e o Ninho das Águias — onde se avista o horizonte que Nova Petrópolis alcançou, sem perder as raízes.
Tudo isso amparado por uma vasta pesquisa bibliográfica e pelo precioso acervo do Arquivo Histórico Municipal Lino Grings. A cada página, uma reverência a quem já registrou e cuidou dessas memórias antes de nós.
Este livro e suas ações são um presente — mas, acima de tudo, uma promessa.
A promessa de que a cultura é, sim, a base do desenvolvimento.
E de que Nova Petrópolis continuará sendo escrita por muitas mãos, com emoção, pertencimento e esperança.












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